Pedro Jacinto (CAB): “Quisemos jogar com toda a gente olhos nos olhos e é isso que me orgulha”
As brigantinas terminaram a prova no último lugar, se qualquer ponto, mas o treinador lembra que as suas jogadoras defrontaram equipas com pergaminhos na modalidade. “Não existem vitórias morais. Mas, o facto de não existirem dá ainda mais mérito a estas jogadoras. Elas têm mérito. Mesmo sem vitórias conseguimos trabalhar e subir uns degraus naquilo que é o nosso patamar frente a equipas com mais tradição na modalidade”.
Para participar no nacional, o CAB disputou uma fase regional na Associação de Voleibol de Braga. Nas duas competições, Pedro Jacinto garante que as suas jogadoras jogaram sempre olhos nos olhos com as equipas teoricamente favoritas. “Se olharmos para o nome de quem competiu na nossa série e nas restantes é tudo clubes com historial e resultados grande na modalidade e estarmos entre eles é meritório. Quisemos jogar com toda a gente olhos nos olhos e é isso que me orgulha porque conseguimos crescer”.
Pedro Jacinto relativiza os resultados e não tem dúvidas que a aposta na modalidade “está ganha” e isso reflecte-se nas cerca de 80 atletas que praticam a modalidade.
Terminado o nacional, o CAB já prepara a participação na Taça da AVTM e no AMB em Espinho, no próximo mês Julho. Há dez anos que o clube marca presença, tantas participações como as edições já realizadas, e Pedro Jacinto diz ser “uma experiência única para as jogadoras” num torneio que conta com cerca de cinco mil atletas de todo o mundo.
Este ano, o C.A. Bragança vai participar no AMB, em Espinho, com 50 atletas em todos os escalões.